01Entenda
Por que seu negócio precisa de um site
Mesmo que você já tenha Instagram. Mesmo que seus clientes venham todos por indicação. Principalmente nesse caso.
02A cena
Como o cliente realmente decide.
Um amigo te indicou. A pessoa anotou seu nome no papel, no fim de uma conversa em que ela já tinha decidido que ia te contratar.
Antes de ligar, ela digitou seu nome no Google — como todo mundo faz, sem pensar, só para saber com quem vai falar.
Ela não concluiu que você é ruim. Concluiu que não sabe. E ninguém liga para um número sobre o qual não sabe nada quando tem uma lista com outros três — todos com site, foto do trabalho e horário de atendimento.
Você nunca soube que essa pessoa existiu. É esse o problema de perder cliente por não ter site: não dá para sentir falta do que você não viu chegar.
03As dúvidas honestas
O que a gente mais escuta.
“Meus clientes são todos por indicação”
Essa é a razão mais forte para ter um site — não a mais fraca.
Quem te indica passa seu nome, não seu portfólio. Quem recebeu a indicação vai procurar seu nome antes de ligar, porque é o que todo mundo faz. Se não achar nada, a indicação esfria no meio do caminho: ele não desconfia do amigo, ele fica só sem certeza. E ficar sem certeza é o bastante para ligar para o segundo nome.
O site não substitui a indicação. Ele termina o trabalho que ela começou.
“Mas meu negócio é pequeno”
Pequeno é exatamente quem mais precisa parecer sério.
Uma empresa grande sobrevive a não ter site — o nome dela já é conhecido. Quando ninguém te conhece ainda, a única coisa que responde “dá para confiar?” é o que o cliente encontra quando procura.
E o inverso também vale: um negócio de uma pessoa só, com um site bem feito, passa a mesma confiança que uma empresa de vinte. Essa é a parte injusta do jogo que joga a seu favor.
“Eu já tenho Instagram”
O Instagram é ótimo para quem já te segue. Ele é péssimo para quem está te procurando.
Quem procura um serviço agora não abre o Instagram — abre o Google. E mesmo quem chega ao seu perfil encontra as últimas fotos, não seus serviços, seus preços, sua região de atendimento ou seu telefone num lugar previsível.
Tem mais: o perfil não é seu. As regras mudam, o alcance cai, a conta pode ser bloqueada por engano numa terça-feira. O domínio próprio é o único endereço na internet que ninguém tira de você.
“É caro demais”
Era. Site de agência custa de R$ 3.000 a R$ 15.000, e por muito tempo essa foi a única opção séria.
A conta que quase ninguém faz é a do outro lado: um cliente perdido por mês, num serviço de R$ 400, é R$ 4.800 por ano que não entraram. Não ter site também custa — só que a fatura não chega, então ninguém soma.
04O que muda
O que acontece depois que o site entra no ar.
Nada mágico, e nada de um dia para o outro. O que muda é específico:
- Quem te indicaram, te achaDigita seu nome, encontra seu site, liga. A indicação não esfria mais no meio do caminho.
- Quem busca seu serviço, te encontra“Marceneiro em Curitiba” passa a ter você na lista. Hoje não tem.
- Você aparece no MapsCom endereço, horário e telefone. É o que mais traz cliente para quem tem ponto físico.
- O cliente chega sabendoEle já viu o que você faz e quanto custa. A conversa começa mais adiantada — e você perde menos tempo com quem não ia fechar.
Você é bom no que faz. Só falta quem procura conseguir te achar.
Manda uma mensagem contando do seu negócio. Em 20 minutos de conversa a gente já sabe o que o seu site precisa ter — e se você não precisar de um, a gente fala isso também.
Ou veja os sites que já estão no ar — atendimento em Curitiba e região.